O maior e o mais importante naufrágio na costa
brasileira, levou consigo 477 mortos. Alguns
dizem que na realidade foram mais de 1.000
mortos por existirem refugiados alemães nos
porões.
Tinha capacidade para até 1.300 passageiros.
O navio fazia a rota Madri - Buenos Aires, com
uma carga muito valiosa além das 40.000 libras
esterlinas de um agência bancária de Buenos
Aires, além de uma estátua de bronze do General
San Martin, que seria doada ao governo
argentino.
Durante a madrugada, por volta das 3 h da manhã,
o navio estava em volto de um denso nevoeiro e
forte tempestade, indo contra ondas de até 6 m
de altura, fazendo com que a tripulação não
avistasse Farol da Ponta do Boi.
O navio batera violentamente nos rochedos
rompendo o casco e sofrendo grandes avarias da
proa até a meia-nau, e em apenas 3 minutos, as
caldeiras explodiram.
Pouco tempo depois do impacto, o navio afundou.
O número de mortos poderia ser maior se não
houvesse o resgate feito pelos tripulantes do
navio inglês "Vega" que passava próximo no
momento do acidente.
Dizem os moradores locais, que seus antigos
familiares contam histórias que ao clarear do
dia na Baía dos Castelhanos, haviam dezenas de
corpos espalhados pela areia.
Com seguimento, foi muito dinamitado, únicos
pedaços
que permitem penetração estão na popa.
O Transatlântico fazia a rota Espanha-Argentina,
com escalas no Brasil e Uruguai. Saiu de
Barcelona em 17 de fevereiro, iniciando sua
viagem de número 6 para a América Latina.
Escalou em Cadiz, Las. Após sair das Canárias, o
navio atravessou o Atlântico com destino a
Santos.
Na manhã do domingo de Carnaval (06.03), chovia
forte e a cerração tornava a visibilidade quase
zero. Soprava um forte vento leste e o mar
estava muito agitado.
Ao se aproximar da Ilhabela o capitão ordenou
diminuição da marcha e mudança do curso em
direção ao alto-mar, porém não houve tempo, um
relâmpago revelou os rochedos da Ponta da
Pirabura, onde iria o vapor descansar para
sempre.
As 4 horas e 20 minutos da madrugada, um
estrondo sacudiu o sono das centenas de
passageiros. O navio bateu violentamente na lage
submersa da ponta da Pirabura, abrindo uma
enorme fenda no casco. Com a entrada de água na
sala de máquinas, duas das caldeiras explodiram,
causando o afundamento do enorme navio em 5
minutos.
comandante, Capitão José Lotina imediato Antônio
Salazar Llinas".
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Nome do navio:Príncipe de Astúrias
DADOS BÁSICOS
Data do afundamento: 06 /03/1916
LOCALIZAÇÃO
Local:Ilha Bela
UF:SP.
País:Brasil
Posição:Ponta da Pirabura, ao lado da lage da
Pirabura.
Latitude:23° 56 475 S
Longitude: 045° 13 496 W
Profund.mín.:20m
Profund. máx.:50m
MOTIVO DO AFUNDAMENTO:choque
CONDIÇÕES ATUAIS: desmantelado
DADOS TÉCNICOS
Nacionalidade:Espanhola
Ano de Fabricação: 1914
Armador:Pinillos, Isquerdo & Co.
Estaleiro: Russel & Co., (Glasgow - Inglaterra).
Comp.:150m
boca: 19m
calado: 9,6m
Tipo de embarcação: tranatlântico
Material do casco: aço
Propulsão:hélice
Carga:12 estátuas de bronze, componentes do
Monumento dos Espanhóis do Parque Palermo, em
Buenos Aires, e um valor de 40.000 libras-ouro;
1300 passageiros
Nova
Lancha: Panther
33 pés 320 HP.
Opções e preços:
Nota:
Estamos
disponibilizando
"promocionalmente" a
nossa Lancha para pescarias com
iscas naturais
a partir de 150,00 reais por pessoa (6 a 9 pessoas).
Pescarias
com iscas artificiais, Mar Azul, Parceis Avançados
e Parcel da Teta, favor consultar.